Meu orgulho de ser rubro-negro começa pelo orgulho de ser Paranaense. Não dá para negar que a paisagem mais bonita e mais emocionante da cidade de Curitiba é a entrada na Baixada no dia de uma decisão do Furacão.
O contraste do túnel que leva às arquibancadas para o campo lotado e brilhando em vermelho e preto é de arrepiar qualquer torcedor. Continua pelo orgulho de ser brasileiro e fazer parte da maior torcida do Paraná, no país do futebol.
Não preciso nem falar no maior jogador Roberto Costa e companhia, do fato de todos os astros internacionais que nos visitam fazerem questão de usar o manto sagrado.
Quem é Atlético é Atlético até morrer, em qualquer lugar do mundo. E faz questão de acompanhar seu time, seja em Curitiba, em Tóquio, ou em qualquer local que o Rubro-Negro jogue.
Torcedor do Atlético que se preze faz questão de bater no peito e dizer com o maior orgulho: ‘Os outros que me perdoem, mas sou Atlético e não abro’. Para saber o que é isso, basta ir até a Baixada em qualquer jogo do Furacão. A emoção de ver aquela galera maravilhosa cantando e gritando palavras de ordem emociona até quem não gosta do Atlético. Já vi muita gente chorar ao passar por essa experiência.
É por isso que a torcida rubro-negra é chamada de nação. Uma nação com muito orgulho de ser Atlético.
Não tem jeito.
As torcidas adversárias têm razão. Os rubro-negros são muito metidos a besta. E, convenhamos, com toda razão…
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