Em qualquer estádio ou arena que proprietário seja um grande clube de nível mundial tem suas cores pintadas ou na estrutura, ou nas cadeiras, ou em algum lugar de destaque que o identifique e encha de orgulho seus torcedores.
Aqui no Brasil, vemos isso se repetir no Beira-Rio vermelho, na arena Grêmio onde quem chega a Porto Alegre pela freeway avista de longe as cores azuis. Vemos no Morumbi, nas arenas do Corinthians e do Palmeiras, todas estilizadas. No estádio do Volta Redonda, com suas cores amarela e preta, no São Januário do Vasco, nos estádios do Sport Recife, do Náutico, do Vitória da Bahia, do América de Minas, do Avaí, do Figueirense, do Joinville e também sem esquecer dos nossos adversários aqui da capital. Isto sem citar os grandes espalhados ao redor do mundo, praticamente todos exibem suas cores de alguma maneira.
Mas por aqui, a nossa Arena é uma exceção. Uma arena considerada de primeiro mundo, única no Brasil, com teto retrátil, visão total e próxima do campo de jogo, vestiários super confortáveis, enfim, instalações da melhor qualidade. Porém, uma arena sem vida, sem graça e sem alma, como tem sido o nosso futebol nos últimos anos.
Um clube que não tem a identificação na sua própria casa que em nenhum lugar está estampado o nosso escudo ou nossas cores. Um ambiente triste e que somente é desta forma em razão da maneira mesquinha como nosso clube é gerido.
Não vou querer saber do porquê de sermos cinzentos e sim, se amanhã ou depois, esta pessoa que está presidente tenha a intenção de pintar a nossa arena metade rubro-negra e a outra verde e branca.
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